Oráculo do Pão - Magui
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Oráculo do Pão - Magui

Sku: DD2NXUD9E

Categoria: LivrariaCartas e Oráculos

Marca: Alquimia & Milagre

Código de Barras: 9788589911030

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Informações do Produto

Para entrar em contato com a alma. Para ouvir o coração. Para abrir o coração. Uma receita, trinta e três virtudes.

Um oráculo para se usar com alegria, com sabedoria. Como mandar o coração."

***Recomendamos para ter e para presentear alguém especial.***

A publicação Oráculo do Pão - Alquimia & Milagre, de Magdala Ferreira Guedes (Magui), é composta por uma caixa com 33 cartas com mensagens inspiradoras e um livreto.

 

 

Pão é comunhão. É o partilhar. É o compartilhar. É o Cristo em nós a cada dia. É a união com a terra. A conexão com o céu. É o suor do rosto. É a benção do Deus. É o poder masculino do fogo. É a força feminina da transformação. Pão é oferenda, É a multiplicação. É magia. É milagre. Pão é doação. É dos homens e dos deuses. Humanidade e imortalidade. Abundância e benção. Pão é sobrevivência. Pão é evolução. Pão pra acompanhar. Pão pra comer junto. Pão pra dar sabor. Pão pra saborear. Pão humano, pão divino. Corpo e alma. Pão é reunião.

Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome.

Desde sua criação o pão tem sido companheiro constante do homem. Com o homem construiu civilizações, derrubou impérios, criou países, navegou mares nunca dantes navegados. Viveu entre reis e plebeus, sacerdotes e ateus, cristãos e pagãos. Profano e sagrado. Colonizou e foi colonizado; civilizou povos; miscigenou-se; globalizou-se. Do moinho manual ao advento da tecnologia, a história do pão conta seis mil anos de história dos homens.

E então a mulher domou o trigo.

Da terra brotou o grão. Semeado ao vento. Aos cuidados da chuva. Ao sabor do tempo. O homem à terra estendeu a mão e rasgando-lhe o ventre ali depositou sementes. E regou, cuidou, cultivou, venerou. À terra rendeu cultos, rituais. E a terra, então, se entregou; abandonou a parceria com o vento e do homem se enamorou. E o homem parou; criou raízes; uniu-se ao chão.

E o trigo domesticou o homem.

A mão que derruba a caça, é a mão que remexe a terra. É a mão que colhe o fruto. É a mão que torra o grão. É a mão que mistura a água. A mão do homem que cria o pão.

E o pão se fez do homem um eterno companheiro.

Da sabedoria egípcia, arquitetura e alquimia construíram o forno, transformaram a massa e assaram o pão. De ervas, azeite e especiarias. De formas esculpidas. De sabores diversos. A arte do pão. O tempo. A paciência. O cuidado. O esmero. A ciência. O povo do Nilo fez-se mestre. Pão alimento. Pão salário. Pão riqueza. Pão domínio. Para os hebreus, pão para Deus. Para os gregos, Deusa do pão. Para os romanos, profissão. Para os cristãos, pão é vida. Para os pagãos, pão é devoção. Para a Idade Média, pão foi veneno. Para os tempos modernos, pão é revolução. Para quem faz, pão é criação. Transformação. Intenção. Para todos os que necessitam, eis o milagre do pão.

Pão bento. Pão Santo. Pão nosso de cada dia.

As mãos afagam a farinha, reverenciam o grão e a terra, agradecem a força da sustentação. Colocam água, reverenciam e agradecem às nascentes as dádivas da purificação. Misturam o fermento, reverenciam o ar, agradecem seus ensinamentos de leveza e multiplicação. O sal acrescenta o vigor, a manteiga, a união, e o açucar, a doçura para que se comece o pão. Amassam com amor e intenção, enquanto os elementos se unem e formam a mágica massa entre as mãos. Massa e mãos descansam, desfrutam da arte da paciência e da contemplação. Novamente misturam e para que a massa presente se torne única, modelam como crianças, recheiam de ervas, frutas secas ou só de intenção. Levam ao forno, reverenciam o fogo, agradecem a transformação sagrada da massa em pão. Acolhem o pão saído do forno, sentem sua beleza, sabor e cheiro em profusão. Tornam o pão nosso de cada dia um compartilhar, íntimo ou coletivo, recheado de boa intenção.


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